Madri: onde comer e “ir de copas”

Restaurantes:

Nicola (Plaza de los Mostenses, 11) http://www.danicola.es/
É o Nicola Gran Vía: Ficava perto de nosso apto e íamos andando. Gostamos tanto que fomos 2x. Restaurante italiano, tudo que comemos foi aprovado e o atendimento, espetacular.

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El Barril de las Letras (Calle Cervantes, 28) www.barrildelasletras.com
O forte são peixes e frutos do mar. Foi a melhor paella que comi na viagem! Peça a com mais caldo.

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Gumbo New Orleans Cuisine (Calle Pez, 15): cozinha africana. www.gumbo.es

Calle 30 (Calle Pez, 30): carne e parrillada. www.calle30.com

A Calle Pez, perto de nosso apê, é cheia de bares e restaurantes interessantes, mas pequenininhos. Sábado à noite não conseguimos entrar em nenhum, já estavam cheios e precisava fazer reserva. A maioria não abre domingo.

El Botín (Calle Cuchilleros, 17) www.botin.es
Fica pertinho da Plaza Mayor. Fundado em 1725, é o restaurante mais antigo do mundo. O forno ainda é o mesmo. O lugar é um labirinto, vale uma caminhada lá dentro. Clássico aqui é comer cochinillo (leitão assado). Um prato dá para dois.

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Sopa de ajo blanco de entrada

Ebla (Calle Martín de los Heros, 7): dizem que é onde tem o melhor kebab.

Café de la Luz (Calle Puebla, 8): para um brunch. Mais alternativo e aconchegante.

Casa Labra (Calle de Tetuán, 12) http://www.casalabra.es/
Comida tradicional madrileña, bolinho de bacalhau…

La Casa del Abuelo (Calle Victoria, 12) http://lacasadelabuelo.es/
Outro restaurante tradicional pra comer cocido madrileño, mariscos e gambas al ajillo, camarão no alho e azeite (foto). Acompanhei com tinto de verano.

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La Bola (Calle bola, 5): restaurante tradicional, do século XIX, cuja especialidade é o cozido.

Teatriz (Calle Hermosilla,15): o nome da rua já indica que o lugar é uma formosura! Construído num antigo teatro, projeto de Phillip Starck, designer parisiense, numa zona elegante da cidade. Cozinha criativa, bons vinhos, moderninho. http://inmadrid.org/Madrid/top-restaurants-in-madrid-restaurante-teatriz/

O´Caldiño (Calle Lagasca,74): cozinha gallega, ambiente sóbrio. Para comer frutos do mar regados a vinho galego, prove o branco Albariños. http://ocaldino.es/

José Luis: cadeia de restaurantes de marisquería, especialidades vascas, pode comer tapas também, se come muito bem.

Varela (Calle de Preciados, 37): se por acaso passar na porta, pode entrar. Fica perto do Sol, na mesma rua da Fnac. Comi uma ensalada mixta deliciosa de entrada.

Punto Vegano (Calle Luisa Fernanda, 27): fica na rua em frente ao Templo Debot. Não comi lá, mas achei interessante e fica aí a sugestão pra quem não é de carne nem de leite…

Tapas:

Mercado San Miguel (centro) e San Anton (Chueca). Taberna del alarbadero (Felipe V, 6 – ao lado Plaza Orinte), La Chata (Cava Baja, 24 – próx. Plaza Mayor)

Doces:

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Porras x churros: olha os ‘falsos amigos’ idiomáticos aí! Porras também são churros, a diferença é que porra é mais grosso e os churros, mais finos. Na Andaluzia, porra é uma sopa parecida ao gazpacho. Viva a regionalidade das línguas! Veja mais: http://www.ehow.com/info_8059621_porras-churros.html

Chocolateria San Gines (Pazadizo de San Gines, 5 – travessa da Calle Arenal, centro) churros e porras com chocolate! Fica quase em frente à Plaza Mayor. Destes lugares imperdíveis! + Chocolatería Jorge Juan (Jorge Juan, 12) + La Casa Mira (Carrera de San Jerónimo, 30): pra quem é fã, torrones artesanais muito gostosos. http://www.casamira.es/

Flamenco:

Caradamomo (Echegaray, 15) www.cardamomo.es + Casa Patas (Cañizares, 10) www.casapatas.com/

Happy hour: Bares na Plaza Santa Ana (Lateral, Gran Vía Gourmet Experience, este último, no topo do Corte Inglés).

De marcha y de copas (night):

Zona de Huertas (Plaza de Santa Ana, Calle Echegaray – Los Gabrielles (Calle de Echegaray, 17), Viva Madrid (Calle de Manuel Fernández y González, 7), bar de 1856 frequentado por turistas, mas também locais, porque era o point de Ernest Hemingway. Na Plaza del Ángel, está o Café Central, para quem gosta de jazz de qualidade e drinks. Na Calle Huertas, fica o café-concerto La Fídula, con música clássica, às vezes ao vivo.

Área da Glorieta de Bilbao, Tribunal y arredores. Café Comercial (para todas as horas, café da manhã, café à tarde e drinks à noite), Café Ruiz, Café Manuela, La Tetería de la abuela, etc.

Hotel de las Letras (Calle Caballero de Gracia,11): dentro está o Café de las Letras e o Ático de las Letras, na cobertura. Ambiente de design, super cool para tomar um drink. Lá em cima também tem um café com vistas bonitas.

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Coma muita castaña na rua!

Dançar e assistir shows: El Sol (Calle Jardines,3): berço de bandas de rock e pop madrileño http://www.elsolmad.com/portada/home.php

La movida madrileña:

Se você desconhece este termo, é porque nunca ouviu falar desta revolução cultural, que teve berço em Madri, após a morte de Franco, em 1975, general responsável por mais de 40 anos de ditadura espanhola. As pessoas foram celebrar a morte dele nas ruas e as noitadas lá ficaram famosas, gerando o jargão: ¡Madrid me mata! Este movimento underground de culto ao hedonismo teve seu auge nos anos 80.

Bares clássicos da movida: El Cock (Calle Reina,16) http://www.barcock.com/ + Museo Chicote (Gran Vía, 12) http://www.guiadelocio.com/madrid/tarde-y-noche/madrid/museo-chicote

2 filmes de Almodóvar, de quem sou fanática, louca, alucinada!, ilustram o movimento: “Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón” (http://www.imdb.com/title/tt0081323/) e “Laberinto de Pasiones” (http://www.imdb.com/title/tt0084228/?ref_=fn_al_tt_2)

+Info: http://www.guiadelocio.com/

* Todas as fotos são de nossa autoria, exceto a de baixo! quem dera! 🙂

Penelope Cruz e Pedro Almodóvar, espanhóis

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