Cataratas: Foz do Iguaçu (Brasil) + Puerto Iguazú (Argentina) e uma voltinha no Paraguai

O post mais completo e detalhado que você já leu!

Passarela sobre o rio Iguaçu e muitas quedas d´água

Início da trilha lado brasileiro

Garganta do Diabo – Lado argentino

Estivemos nas Cataratas em set/17 por 4 dias, sendo 2 noites no lado brasileiro, em Foz do Iguaçu, e as outras duas noites, em Puerto Iguazú, cidadezinha que abriga o lado argentino do parque. Indico muito fazer isso porque em Puerto Iguazú você pode sair pra jantar e passear beirando o rio tudo a pé. Enquanto que em Foz precisa de transporte pra tudo. A gente adorou ficar na Argentina!!

Onde ficar:

Panoramic Grand-Iguazú, em Puerto Iguazú (Argentina)

Ficamos no Quarto Standard com Vista do Rio, na próxima vez quero ficar no quarto com varanda. Ótimo custo-benefício! Um hotel para também ser aproveitado, eu ficaria mais um dia sem tirar o pé lá de dentro. Adoramos!!

Quarto com vista pro rio Iguaçu

O hotel é lindo e confortável, equipe super gentil e solícita, com uma deliciosa área ao ar livre, piscina maravilhosa, jacuzzi e bar. E ainda tem spa e restaurante. Tem vista panorâmica do rio Iguaçu e do Marco das Três Fronteiras. É perto de tudo, digo dos restaurantes, porque pro parque é preciso transporte, já que o parque fica mesmo afastado, a 16 km do hotel (para vc ter uma ideia, são 19 km do aeroporto de Foz até o Panoramic). Você sai à noite a pé para jantar, não tem perigo, e o mais lindo é a trilha, beirando o rio, que você faz do hotel até o Marco das Três Fronteiras, andando! Ah, e para quem gosta, dentro do hotel tem cassino, mas apenas com máquinas caça níqueis. O cassino completo fica no Iguazú Grand Hotel.

Hotel Panoramic

  [Bar da piscina e hóspede com bar ao fundo]

Rio Iguaçu ao fundo e jacuzzi

SPA do hotel

[Tá vendo este caminho? Sai da piscina do hotel e dá nesse parque verde e tb pra Av. Costanera (ao fundo), onde vc pode passear à beira do rio até o Marco das Três Fronteiras]

Outras sugestões de hospedagem: Loi suites (esse é bem interessante tb!), Sheraton (dentro do parque) e pra quem quer economizar, 125 Hotel, bem localizado, perto de tudo! E pra hostel, Hostería la Cabaña.

San Martín Resort&SPA, em Foz do Iguaçu (Brasil)

É o último hotel da Rodovia das Cataratas, ou seja, fica ao lado do Parque das Aves e você vai a pé pras cataratas, basta atravessar a avenida! Ficamos no Quarto Duplo Super Class. Li que os quartos standard estão precisando de reforma, mas esse que ficamos era ótimo! E para minha surpresa e alegria imensa, nossa janela dava pro muro do Parque das Aves, que emoção! Era só abrir a janela para ouvir o piar das araras e de vários bichos. Ah, a natureza! A localização não podia ser melhor: situado a 400 m da entrada do Parque Nacional do Iguaçu, 4 min a pé pro Parque das Aves e apenas há 1,5 km do aeroporto. Pagamos R$15 no táxi pra lá. O hotel não é nada demais, mas é muito limpo, tem restaurante bom, os funcionários são muito atenciosos e nosso quarto era muito confortável! Recomendo, mas se eu pudesse pagar mais, não hesitaria em ficar no Hotel das Cataratas, 5 estrelas que fica dentro do parque, e tem os mesmos  donos do Copacabana Palace. Nesse caso, aumente um dia em sua estada só para curtir o hotel.

Final da trilha dentro do hotel San Martín

Hotel das Cataratas, 5 estrelas dentro do parque. Na frente, um dos pontos de parada do ônibus que circula no parque.

Transporte: Dentro de Foz do Iguaçu, o táxi roda sempre pelo taxímetro. Para o lado argentino, faz preço fechado. Tenho dois excelentes motoristas para indicar! Você pode fechar um pacote com eles que sai mais em conta. Recomendo muito!

Adan: motorista lado brasileiro. Cel/Wapp: +55 (45) 9920-5099 (Tim) / (45) 9136-5929 (Vivo) E-mail: adan.turismo@hotmail.com

Pacho: taxista lado argentino. Cel/Wapp: +54 3757671595 (pode escrever em português pra ele que entende tudo).

O que fazer: Os Parques

Dá pra ver o barquinho?

O passeio de barco bimotor pelas cataratas é imperdível!

Pós passeio de barco: encharcados e felicíssimos!

Ambos parques são extremamente limpos e organizados. Qual é o mais bonito? Impossível dizer, cada um tem suas belezas. Tem que ir nos dois!! O brasileiro é mais rápido, umas 2h dá pra fazer o circuito das cataratas, enquanto que o argentino, por oferecer mais trilhas, leva mais tempo. Passamos pouco mais de 6h lá. Fomos primeiro no lado argentino e depois de ver tanta coisa maravilhosa, cheguei a pensar que o lado brasileiro não teria mais graça, imagina, fiquei boquiaberta! Toda aquela água e força da natureza é muita energia. Axé! Nos dois parques há muitas lanchonetes e restaurantes, muitos banheiros espalhados ao longo do parque. Ou seja, você não precisa se preocupar em levar água ou comida, porque encontrará isso fácil por lá. No parque argentino tem até Freddo! Cuidado com os quatis. Evite comer perto deles. Cometi o deslize de abrir um alfajor perto de um, pra quê? Rapidamente o guardei (e aguei!) porque veio um bichinho desse enlouquecido em minha direção, tadinho! Molha? O lado brasileiro molha mais, mas não te deixa ensopado. O que encharca é o passeio de barco bimotor (falarei abaixo). E eles disponibilizam gratuitamente uma sacola impermeável onde vc pode guardar sua roupa. Então você pode ir de sunga/biquine e descalço. Eu levei um chinelo na mochila. Dica pras meninas: escolham uma roupa Dry Fit e levem um conjunto de sutiã e calcinha na mochila, pra trocar depois. Ah! Ambos parques têm lockers. Dentro dos parques há transporte (valor já incluído no ingresso). No Brasil é ônibus e na Argentina é trem. Tudo de primeira qualidade! Dica boa pro parque argentino (que aceita todas as moedas, exceto ingressos que devem ser pagos apenas em pesos e em dinheiro): leve reais trocados pra comprar água, um chocolate, uma empanada, senão vão te encher de moedas de pesos como troco. Abrem diariamente de 8 às 18h.

              [Quatis]

Trenzinho: meio de transporte do parque argentino

Em Puerto Iguaçu estava 13º às 7h e 30º ao meio dia no parque!

Parque Nacional do Iguaçu, o lado brasileiro do parque se une ao Parque Nacional Iguazú, na Argentina, pelo rio Iguaçu. Patrimônio Natural da Humanidade, o parque tem mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas ainda primitivas. Tem apenas uma trilha de 2 km, digo pelas cataratas, de nível fácil (dá até pra ir de chinelo!), que dura aprox. 1h30. Quando acaba você faz o mesmo caminho de volta, ou vem pela estrada, ou pega o elevador panorâmico (que na verdade existe pros cadeirantes e carrinhos de bebês, mas qualquer um pode usar). Além da trilha pelas cataratas, o parque oferece outros passeios oferecidos pelo Macuco Ecoaventura, tais como Cachoeirismo e Rafting; Trilha Poço Preto (trilha de 9 km feita a pé, bike ou jipe. À beira do rio Iguaçu há uma Torre de Observação com vista panorâmica do Lago dos Jacarés, alagado cheio de pássaros. Em seguida, passeio de barco a motor por 10 km na parte calma do rio. No final, remar em caiaque inflável se quiser) e Trilha das Bananeiras. Não fizemos nenhuma pra contar, por falta de tempo. A cereja do bolo é o passeio de barco bimotor pelas corredeiras até as quedas d´água, feita pelo Macuco Safari (Jipe pela floresta + caminhada 600m pela floresta por passarelas suspensas + barco bimotor pelo rio e quedas d´água) e custa uns R$215/pessoa. Não fiz esse, mas o do lado argentino que contarei mais abaixo.

Entrada parque brasileiro

O começo

E o final

     [Dá pra molhar nesse finalzinho]

Tem elevador no final, mas preferimos voltar andando

Espetáculo!

Abundância!

Parque Nacional Iguazú, as Cataratas Argentinas, custa 400 pesos para residentes do Mercosul. Não aceita cartão e outra moeda senão pesos argentinos para comprar o ingresso. Dentro do parque qualquer dessas moedas é aceita: dólar, real e pesos, é claro! No quesito trilhas esse parque é bem mais legal, porque há 3 opções de circuito, fizemos as três!, então é melhor ir de tênis! O principal tem 1.100 metros cada perna (ida e volta são pelo mesmo trecho) até a Garganta do Diabo. Nível fácil e de fácil acesso para cadeirantes e carrinhos de bebê.  Começamos por aí. Vc desce na estação final do trenzinho e pega a trilha pra Garganta,  uma passarela sobre o rio. Pra chegar chegando: “você fica debruçado sobre a mais caudalosa catarata do conjunto” (assim descreveu meu muso viajante, Ricardo Freire). Dizem que tem gente que fica com medo, tem vertigem. Nós ficamos DESLUMBRADOS! De lá pegamos o trem pra outra estação e fizemos o circuito mais curto (700 m), o Superior, de onde você vê as cataratas de cima, através de uma passarela beirando o precipício. Depois você segue direto pro Circuito Inferior, bem mais bonito, e também mais longo, são 2,5 km, onde você desce, desce e portanto, na volta, serão só subidas, mas é a última e logo vc será recompensado com uma Quilmes e empanadas, sem contar as belezas pelo caminho. A trilha passa dentro da mata e são novos ângulos, pois agora você fica praticamente embaixo das quedas. Alguns trechos têm escadas. Dali você segue direto pro passeio de barco, o quiosque do Aventura Náutica fica logo no fim do percurso. Na entrada do parque também tem um posto de vendas. Nós compramos o ingresso no próprio hotel. Esse passeio é bem mais barato do que o do lado brasileiro e dizem que é mais roots. Nós fizemos! Eu tremia de emoção (sou medrosa!) e frio, a água é gelada! Vale a pena demais arrematar o dia com um banho de Cataratas do rio Iguaçu! A gente sai pingando, ensopa mesmo. E custa apenas 95 pesos (uns R$20!).

Garganta do Diabo: beleza imensurável!

Quase vertiginoso olhar lá pra baixo

Um quati no meio da trilha

Escadas na trilha do circuito inferior

 

 

 

 

 

 

 

 

Trilhas no meio da mata

Trilhas suspensas

Lindo de viver!!

Sugestão de roteiro pro parque argentino: Garganta do Diabo + Circuito Superior  + Circuito Inferior e passeio de barco bimotor (aquele pelas quedas d´águas) = aprox. 9 km

O que fazer em Foz do Iguaçu:

Parque das Aves: o mais importante centro de reprodução de pássaros da América do Sul e totalmente integrado ao ambiente natural, tem mais de 900 aves de 150 espécies, sendo 50% resgatadas e 43% nascidas no parque. Eles fazem um trabalho bem bacana de resgate de animais capturados. Dizem que somente um, a cada 10 animais retirados da natureza, sobrevive. E são 40 milhões capturados por ano, olha que triste. Então o parque faz esse trabalho de conscientização com quem passa por lá. Além das aves da mata atlântica, tem borboletário e répteis. São 2 km de trilha plana e sombreada. Tem uma lojinha linda e um café delicioso. No meio do caminho tem uma pracinha de alimentação e vários banheiros espalhados. Adorei! Também muito organizado como tudo aqui. Diariamente de 8:30 às 17h. R$40/pessoa.

[Araras]

O parque oferece tb um serviço de backstage experience, que deve ser legal para quem vai com crianças. Trata-se de uma visita guiada pelos bastidores  do parque com possibilidade de entrar em contato com algumas aves, alimentá-las e aprender sobre o trabalho de treinamento, conservação e reprodução realizado ali. O tour inclui conhecer um filhote, acompanhar o acondicionamento de uma ave e alimentação de tucanos. Também é possível alimentar filhotes de flamingos à mão, conhecer um papagaio ameaçado e entrar no viveiro de passarinhos e aracajubas. E ainda, ao final o visitante é levado a um deck exclusivo, em meio ao jardim de borboletas, para interagir com uma arara e ver de perto uma jiboia, além de refrescar-se com bebidas e frutas da estação. Duração: 1h30 aprox. R$230/pessoa, saídas às 7h (2ª a 6ª-feiras)

 

Voo de Helicóptero: não fizemos. Há duas opções: (1) Sobrevoar o gigante Parque Nacional do Iguaçu, em meio a floresta, até chegar às quedas das Cataratas do Iguaçu. Duração: 10 minutos, R$430/pessoa (mínimo 3 pessoas); (2) Sobrevoar não apenas as Cataratas, mas também o Marco das Três Fronteiras (encontro Brasil, Paraguai e Argentina), a Usina de Itaipu e a cidade de Foz do Iguaçu. Duração: 30 minutos. R$4.460,00 por voo (capacidade para 4 pessoas)/R$6.735,00 por voo (capacidade para 6 pessoas)/R$7.800,00 por voo (capacidade para 7 pessoas). Diariamente das 9h às 17h30 – Empresa Helisul Táxi Aéreo. Embarque e desembarque são feitos no Heliponto, em frente ao Parque das Aves.

Usina Hidrelétrica de Itaipu: construída no rio Paraná entre Brasil e Paraguai, forma uma zona neutra entre os dois países. Itaipu é a maior usina hidrelétrica em geração de energia do mundo. O completo pode oferecer uma gama de atrações que permite vivenciar a junção entre arte, arquitetura e tecnologia, além de ações ambientais realizadas na região. Os visitantes conhecem o interior da barragem e no Edifício de Produção têm acesso à sala de controle central que monitora tudo, desde o funcionamento dos geradores até a vazão do rio Paraná. Compre ingressos aqui! Há dois passeios mais comuns: “Vista panorâmica” (R$36), só por fora, e o mais completo, “Circuito Especial” (R$78), que foi o que fizemos e recomendamos muito!! André, que é arquiteto, adorou o passeio. Trata-se de um percurso no coração da usina que surpreende pela modernidade de grandiosos equipamentos tecnológicos e evidencia a interligação entre os dois países responsáveis pela produção de energia. Você vivencia a usina em plena atividade, gerando energia ininterruptamente, pode observar a atividade do rotor de uma das unidades geradoras – somente ele pesa 1 milhão e 700 mil quilos. E ainda observar o trabalho na sala de controle central, onde brasileiros e paraguaios dividem a tarefa separados apenas por uma fronteira simbólica. Tudo nela é imenso, e nos faz sentir em terra de gigantes. São 20 geradores, e cada um alimentado por um tubo de mais de 10 metros de diâmetro. Em apenas 3 deles passa o volume de toda a água das Cataratas do Iguaçu. É obrigatório usar sapato fechado e sem salto alto e roupas de comprimento abaixo do joelho por mero protocolo de segurança, uma vez que trata-se de uma área industrial. Veja horários no site. Só de curiosidade, aquela foto cartão postal de Itaipu, aquela água toda escorrendo furiosa, será sorte ver ao vivo. O vertedouro só abre 10% do ano e é impossível prever quando.

                [Grupo da visita Circuito Especial]

       [Cada um desses tubos tem mais de 10 metros de diâmetro]

            [À direita, ônibus que fazem o trajeto dentro da Usina]

         [Em cima da barragem]

           [À esquerda, o vertedouro, à direita o rio Paraná]

             [À esq. sala de controle, e à dir. eixo de uma das 20 turbinas]

Boneco mascote de olimpíadas internas feito pelos próprios funcionários com restos de obra da usina.

Marco das Três Fronteiras (R$18): uma praça na união dos rios Paraná e Iguaçu e dos três países: Brasil, Argentina e Paraguai, todos à beira d´água. A área foi revitalizada em 2016 e fica a 6 km do centro de Foz com um obelisco no meio da praça pintado de verde e amarelo e uma fonte iluminada à noite. Não fomos, pq já tínhamos conhecido a versão argentina.

Onde comer em Foz:

Os hotéis costumam ter restaurantes pq aqui tudo é longe e é necessário transporte.

Restaurante Porto Canoas:  fica dentro do Parque Nacional do Iguaçu, com mesas num deck sobre o rio Iguaçu. O buffet estava R$60/pessoa quando estivemos por lá. Diariamente: 12h às 16h

Restaurante às margens do Rio Iguaçu

La Mafia Trattoria (Alameda Watslaf Nieradka, 195): restaurante italiano temático. Massas frescas feitas lá quase que diariamente por uma das donas do local, uma delícia! Oferece 37 tipos de molhos pras massas, além de 14 opções de risotos e ainda os pratos com carnes. Provamos de tudo: entrada, prato principal (fomos de massa!) e sobremesa.  Os garçons ficam vestidos de mafiosos. Antigamente tinham um serviço de buscar os clientes em casa gratuitamente, mas agora depende da região, é terceirizado e não mais gratuito.

La Mafia Trattoria

Vó Bertila (Rua Bartolomeu de Gusmão, 1116):  mais simples, também no centro, massas e pizzas numa ambiente caseiro.

Não é nossa praia, mas quem gosta de uma bagunça, tem a Churrascaria Rafain, R$119/pessoa que tem show às 20:30h, de 2ª a sábado. Este valor inclui jantar e show.

O que fazer em Puerto Iguazú:

É uma cidade do interior com um punhado de ótimos restaurantes e bares. As distâncias são curtas e a cidade é bem pacata. No centro há uma feirinha que vende produtos típicos argentinos: pêssegos em conserva, alfajor, azeite, azeitonas recheadas, doce de leite, temperos, castanhas, vinhos, etc. Também tem restaurantes, fica muita gente tomando cerveja ali e beliscando carnes servidas em pratinhos de plástico. A feirinha ficava lobo abaixo do nosso hotel.

Feirinha: boa pra boteco!

Fizemos um passeio lindo do nosso hotel, a pé, até o Marco das Três Fronteiras (encontro do Brasil, Argentina e Paraguai), beirando o rio, pela Avenida Costanera, dá meia hora andando. Pegamos o pôr do sol na praça, onde tem show da fonte dançante às 19h, e vimos pelo caminho argentinos sentados nas mesinhas ao longo do rio tomando tererê. Pra cortar caminho, na volta, venha pela Av. Tres Fronteras e dps pegue a Perito Moreno. 10 minutinhos de caminhada pelo miolo da cidade.

   [Marco das Três Fronteiras]

Fomos ao parque de táxi, recomendei acima o motorista, mas do terminal rodoviário saem ônibus que vão direto às cataratas argentinas (empresa Rio Uruguay) e às cataratas brasileiras (empresa Crucero del Norte).

Compre vinho nas vinotecas. A que tem melhor preço é a Don Jorge. E visite o Duty Free (10 às 21h). Leia este post: vale fazer compras no duty free?

O que comer em Puerto Iguazú: várias opções de comida boa!

Aqva (Av. Córdoba esq. Carlos Thays. Iguazú): aberto diariamente de 11:30 às 23:30h. Fomos a pé do hotel. Divino e atendimento super gentil! Restaurante pequeno e mais reservado, mas nada requintado. Fui de bife de chorizo e André, de surubim, peixe típico da região. Comemos entradinha, bebemos vinho, mas não aguentamos chegar na sobremesa! Fica bem no burburinho!

Pra algo mais em conta, cheio e bem animado, ali perto tem Piaciere e Colors (parrilla e pizza).

Terra (Av. Misiones, 125): pratos asiáticos e bar. Muito gostoso e tb perto de tudo. Fomos a pé do hotel.

El Quincho del Tío Querido (Av. Pres. Juan Domingo Perón 159): esse foi recomendado, mas não fomos, precisava ir de táxi. Pra comer carne e tem show musical toda noite e tango de 5ª a sábado.

II Fratello (Gustavo Eppens, 294): carnes e massas. Diariamente, de 11:30 à 0h. Também dá pra ir caminhando. Almoçamos aqui depois do parque. Rachamos um prato pq queríamos jantar, era muita comida!

¡Quilmes siempre!

Icebar (Ruta 12 km 5): bar gelado, temperatura -10ºC! Eles dão casaco e luvas.Tb tem um bar se ser gelado para comer. Fiquei curiosa pra ver, mas como precisava de táxi pra chegar, não animamos!

Nos indicaram tb: Jalta Cocina e  Caminos Vinoteca, mas não deu tempo.

A sorveteria Freddo tem dentro do parque e no centro, na Av. Brasil, 118. Falando nisso, é na Av. Brasil onde se concentra a maioria dos bares.

Paraguai – Ciudad del Este

Pois é, André me arrastou pro Paraguai! E eu me deixei levar pq meu lema é: viva o olhar antropológico! E lá fomos de táxi com o Adan (nosso motorista brasileiro) e atravessamos a ponte da amizade a pé rumo à Ciudad del Este. Pra economizar mesmo, pq não havia trânsito. São 15 minutos de travessia andando rápido.  Se quiser ir de transporte público, pegue o ônibus internacional que passa ao lado do TTU e te deixa bem na muvuca do comércio da Ciudad del Leste. Se na ida o trânsito estiver parado, vale a pena saltar e cruzar a ponte a pé, mas se estiver fluindo, siga no ônibus.

    [Ponte da Amizade]

Para comprar eletrônicos, André pesquisou muito: Santa Cruz Eletrônicos. Lá dão garantia de 3 meses. Fica no Shopping del Este. E Mega Eletrônicos. Bota mega nisso, é ver pra crer o movimento de gente comprando ali, circula muito dinheiro.

            [À esq. a rua do comércio e à dir., transporte muito utilizado, o moto táxi]

Monalisa: uma loja de departamentos num prédio de vários andares. Confortável e com ar condicionado, pra fugir da muvuca e se sentir em Nova York. Quase! rs Almoçamos maravilhosamente lá, no restaurante que fica no último andar. Recomendo! Os pratos custam em média U$22. 2ª a 6ª-feira, de 07:30h às 16:30h e sábados, até 12h. risoto de fungos, aspargos e jamón.

[Restaurante Monalisa]

No shopping del Este, me indicaram o Restaurante del Fuego. Esquema de buffet.

Isso tudo citado acima fica na mesma rua que sai da ponte da amizade.

Finalmente,

Nossos gastos: Passagens aéreas R$1000 (em feriados esse valor dobra!) + Hotéis R$1600 + Transporte R$700 + Ingressos R$700 + Restaurante R$1500 = Total: R$5.500! (com tudo do bom e do melhor e sem contar o que gastamos nas lojinhas rs).

Alguma dúvida ou sugestão para compartilhar conosco? Escreva aí nos comentários!

*todas as fotos são de nossa autoria

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2 respostas para Cataratas: Foz do Iguaçu (Brasil) + Puerto Iguazú (Argentina) e uma voltinha no Paraguai

  1. Fred disse:

    Que legal Carol, foi uma viagem e tanto! Obrigado por compartilhar tantas dicas bacanas

    • Colina Coralina disse:

      Obrigada, Fred! não sei como não tinha ido lá antes! Lugar incrível tão pertinho de nós!

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